uma visão tridimensional

pois ainda bem que contamos, em nossos dias, com aquele que pode salvar a poesia da degradação pela qual vem ela passando. poucos são hoje os poetas capazes dessa difícil missão. difícil, porque, como já disse o próprio nauro, ser poeta é duro e dura a vida inteira, enquanto a grande maioria dos fazedores de versos parece achar que ser poeta é mole e por isso mesmo não dura nada o que fazem.

acima, em itálico, com minúsculas e grifos por minha conta, um trecho do que josé chagas escreveu sobre “pátria do exílio”, o novo livro do poeta nauro machado. o texto, cujo título repete-se neste post, foi publicado ontem (25) no jornal o estado do maranhão, caderno alternativo, página 3.

(talvez) este trech(inh)o traduz(a) (em parte) o porquê deste blogueiro ter abandonado a poesia.

Autor: Zema Ribeiro

Homem de vícios antigos, ainda compra livros, discos e jornais. Pai do José Antonio. Apresenta o Balaio Cultural (com Gisa Franco, aos sábados, das 13h às 15h, na Rádio Timbira AM) e o Radioletra (com Suzana Santos, aos sábados, às 20h45, na Rádio Universidade FM e reprise na Timbira AM, às 21h). Coautor de "Chorografia do Maranhão" (Pitomba!, 2018) e autor de "Penúltima página: Cultura no Vias de Fato" (Passagens, 2020). Antifascista.

Uma consideração sobre “uma visão tridimensional”

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