Protesto por transparência ocupa Secma; secretária se esconde

No estado com o menor número de policiais por habitante, a governadora Roseana Sarney destacou cinco viaturas e duas motos para conter cerca de 20 manifestantes do Bloco da Lagosta, que ocuparam parte do térreo da Secretaria de Estado de Cultura do Maranhão (Secma), ontem (24), no finzinho da tarde.

A secretária Olga Simão, que responde pela pasta, mentiu: mandou algum moleque de recados seu informar aos manifestantes que não estava e fugiu não se sabe por onde. O superintendente de ação e difusão cultural Wellington Reis fez uma cara de “o que é que eu tou fazendo aqui?” e o secretário adjunto Israel Ferreira desceu e fez o que faria qualquer um que fala do que não entende: não disse coisa com coisa nem convenceu quem estava ali buscando apenas o que deveria ser condição sine qua non de qualquer jeito de governar, isto é, transparência no trato com a coisa pública.

Em resumo, os manifestantes querem saber que critérios foram adotados para selecionar uns artistas maranhenses outros não para compor a programação carnavalesca oficial do Governo do Maranhão, se houve licitação para a contratação do Marafolia para a organização da festa e quanto se está gastando na “palhaçada”, digo, “brincadeira” toda. Questões que deveriam ter respostas antes mesmo das perguntas, que há muito já deveriam ter sido feitas pela Assembleia Legislativa e por meios de comunicação.

No fim de semana Olga Simão deu entrevista ao jornal O Estado do Maranhão, de propriedade de seus patrões. Entre um monte de chavões e lugares comuns, destaco o trecho que segue, da última resposta da secretária ao repórter: “A grande meta deste ano é a inclusão do estado no Sistema Nacional de Cultura (modelo de gestão que visa ao fortalecimento institucional das políticas culturais no Brasil)” [O Estado do Maranhão, Geral, p. 8, domingo, 23/2/2014, link para assinantes com senha]. Uma pergunta lógica viria a seguir, mas todos sabemos por que não foi feita: como integrar um Sistema Nacional de Cultura sem respeitar princípios básicos de democracia e transparência como um simples edital público para a composição de uma programação oficial?

O Vias de Fato, “o jornal que não foge da raia”, como reza um de seus slogans, foi o único a se fazer presente ao protesto de ontem. O texto foi postado no perfil do veículo no facebook. Continuar lendo

Cinema na feira

Num dos habitats naturais da homenageada, a Feira da Praia Grande, haverá exibição, amanhã (26), às 19h, do doc Xiri meu: eu não dou, de Tairo Lisboa sobre Patativa, compositora cujo disco de estreia deve ser lançado este ano.

Na sequência será exibido Ruas, de Nayra Albuquerque e o cine-feirinha termina com dicotecagem da Maré de Som e Rádio Casarão.

De graça, ótima pedida! Digam aí: tirando suas casas, onde é que vocês podem pegar um cineminha tomando cerveja gelada ou uma temperada com aroeira?

A boa música apontando em todas as direções

Já se vão mais de 10 anos da primeira vez que ouvi Claudio Lima. Foi na Rádio Universidade FM, sua gravação de Ray ban em arranjo blues, o choro que seu autor, Cesar Teixeira, só viria a gravar depois.

Era seu disco de estreia, de 2001, batizado com o nome do cantor, uma das melhores vozes de nossa música. Passeava por clássicos da música popular produzida no Maranhão e fora dele, além de standard de jazz. Estavam lá compositores como Antonio Vieira, Chico Buarque, Gilberto Gil e Josias Sobrinho, entre outros.

De outra música de Cesar Teixeira, Bis, Claudio Lima tirou o título de seu segundo disco: Cada mesa é um palco, lançado em 2006, dividido com o pianista baiano radicado nos Estados Unidos Rubens Salles. Neste apareciam, recriados, que Claudio Lima nunca simplesmente regrava algo, Luiz Gonzaga, Tom Zé, Herivelto Martins e Bruno Batista.

Deste último, com quem já dividiu o palco em Hein?, ele toma emprestado a Rosa dos ventos, música com que venceram um festival de música popular em São Luís, ano passado, para dar nome ao show que apresenta hoje (21), às 20h, no Teatro da Cidade de São Luís (antigo Cine Roxy).

No repertório músicas de seus dois primeiros discos, além de inéditas de, entre outros, Bruno Batista e Marcos Magah. Oportunidade rara, como o talento do protagonista, de conferir o que ele anda preparando para o próximo disco. Já é hora!

Samba de protesto

Os “excluídos” em ação em Diverdade, show de 14/12/2013

Não sou contra a vinda de artistas de outros estados para o que quer que seja no Maranhão. Ser contra seria bairrismo, embora a vinda de artistas de fora para eventos como o carnaval e os festejos juninos por aqui não cumpra o papel que deveria, de intercâmbio cultural. Tampouco artistas nossos são enviados a outros estados com essa intenção (Barrica e Bicho Terra pra gringo ver não contam).

Para o carnaval deste ano o Governo do Maranhão anunciou uma vasta programação com nomes pagos a peso de ouro. Gente do quilate de Daniela Mercury, Diogo Nogueira, Elba Ramalho, Monobloco e o onipresente (local) Bicho Terra, entre outros – confesso que senti falta da Alcione no Bloco dos Apaniguados.

O compositor Cesar Teixeira está fora da programação carnavalesca, sob responsabilidade da Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão (Secma), pasta comandada por Olga Simão. Não é a primeira vez que o artista é excluído de programações do tipo, sem justificativas, num gesto de retaliação política – o autor de Oração Latina é reconhecidamente uma histórica voz de resistência à oligarquia Sarney.

Notem os poucos mas fiéis leitores: o problema não é ele estar fora da programação carnavalesca. É saber que critério o excluiu. “É inadmissível que um órgão cultural do governo, na ausência de editais, se aproprie do erário público para decidir quem deve ou não participar de programações culturais públicas, exercendo uma espécie de censura institucional àqueles artistas que não rezam na cartilha do governo Roseana Sarney”, declarou em uma rede social Irinete Chaves, esposa e produtora do compositor.

No Maranhão há muitos artistas frutas de estação, isto é, aqueles que se adequam aos períodos carnavalesco e junino – muitas vezes utilizando-se inclusive do vasto repertório de Cesar Teixeira, autor de clássicos tocados à exaustão em ambos os períodos, mas não só – e depois somem, para reaparecer na próxima… estação.

Não é o caso de Cesar Teixeira, cuja obra, reconhecida nacionalmente nas mais diversas vozes, tem importância, riqueza e variedade, e deveria ser valorizada pelos gestores de cultura de nosso estado, provavelmente o último da nação que ainda não adota o princípio republicano dos editais para a convocação de artistas para compor suas programações oficiais, na contramão do que indica, por exemplo, o Ministério da Cultura.

Festival – Sábado passado (15), em um festival de música carnavalesca organizado pelo Sistema Mirante de Comunicação – de propriedade da família da governadora Roseana Sarney –, uma música de Cesar Teixeira, Dias felizes, defendida pelo grupo Lamparina, sagrou-se vice-campeã, surpreendendo a muita gente, este blogueiro inclusive. Isto é, em terreno hostil, a marcha-rancho conseguiu comprovar o talento de seu autor.

Silêncio constrangedor – Através da assessoria de comunicação, este blogue indagou à secretária Olga Simão que critérios haviam norteado a exclusão de Cesar Teixeira da programação do carnaval maranhense. Até o fechamento da matéria, a Secma não se pronunciou – como o fez também quando o compositor foi deixado de fora da temporada junina do ano passado.

Maranhão, outro excluído – Pouco antes do fechamento deste texto, através do blogue da jornalista Vanessa Serra, ficamos sabendo que Chico Maranhão, outro importante artista maranhense de reconhecimento nacional, também foi excluído da programação carnavalesca oficial.

#partiusp

“Beligerante” talvez seja a melhor palavra para defini-lo, e ele mesmo usa-a para cumprimentar-nos em esbarrões pelas esquinas da vida. O estado permanente de alerta, a infinda guerra, sobretudo contra a mediocridade e o chorume – lixo que mistura chororô e queixume – de quem se acostumou a esperar.

Marcos Magah seguiu à risca a máxima de um ex-revolucionário e soube fazer a hora. De outro nordestino sacou que “o melhor lugar do mundo é aqui e agora”, seja lá onde fique aqui, qualquer hora seja agora.

Depois de um tempo sumido do cenário musical, dedicando-se a outras estivas, Marcos Magah ressurgiu avassaladoramente em fins de 2012, descoberto pelo “patrão” Bruno Azevêdo, o homem por trás da Pitomba, que a propósito, detesta a alcunha que o editado por seu selo lhe deu.

Do punk, cuja cena ajudara a consolidar nos idos anos 1980 em São Luís, ressurgiu, fênix punk-rock-bregadélica. Lançou Z de vingança [Pitomba, 2012], lotou shows de música autoral em plena capital maranhense. Anunciou os próximos passos, incluindo fechar uma trilogia.

Agora anuncia partida para São Paulo. “Todo dia trabalhadores nordestinos vão para São Paulo em busca de trabalho. Sou só mais um pedreiro”, disse, entre a galhofa e a sinceridade, nas redes sociais (por isto este blogue de hábitos antigos rendeu-se ao modismo das hashtags no título do post).

O show de despedida, com participações especiais de Fernando Abreu e Tássia Campos, é hoje à noite no Barulhinho Bom. Eles vão. E você?

Jair Bolsonaro: ignorante ou ignorante?

Parece que o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e seu partido desistiram da presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Uma boa notícia, ao menos. No vídeo, entre outras aberrações, ele diz que “Pedrinhas é a única coisa boa que tem no Maranhão”, um flagrante desrespeito com a população não apenas maranhense. Não, senhor deputado, não basta não cometer delitos para não ir parar em Pedrinhas. Ou o senhor desconhece a enorme quantidade de presos provisórios que cumprem pena maior que se tivessem tido condenação? Ou você não sabe que entre os últimos 65 mortos no sistema prisional maranhense havia inocentes? Que nesta estatística também estavam pessoas cujos delitos não chegam a ser tão hediondos quanto um assassinato, um estupro, um sequestro ou esse seu discurso típico de um general de pijamas, viúva da ditadura militar, até hoje lamentando-lhe o fim? Por que não defender o encarceramento em massa de políticos de colarinho branco que, através do desvio de recursos públicos, negam direitos e políticas públicas ao conjunto da população, contribuindo para o aumento assustador da criminalidade e da violência? Espero que depois de desistir da CDH o deputado seja obrigado a desistir, nas urnas, de sua vaga na Câmara dos Deputados.

Na minha infância eu costumava ouvir a palavra “ignorante” com dois significados: o dicionarizado, de quem ignora, não sabe, não conhece; e outro, usado para pessoas grosseiras. Quero saber em que categoria o deputado Jair Bolsonaro se enquadra. No fundo, na dos ignorantes que gostam de ser grotescos e repulsivos, folclóricos da pior maneira possível.

Mais justiça, mais segurança, mais direitos humanos, menos Felicianos, menos Bolsonaros!

[Com alguns acréscimos e revisão, outra nota que trago acá do facebook; a rede social não tem, por exemplo, um sistema de busca decente, e além do mais eu sou um homem de vícios antigos]

Dias felizes

(Rancho do Arlequim)

Cesar Teixeira

Os dias mais felizes que eu vivi
no carnaval de rua vão voltar,
janelas vão se abrir
quando o meu bloco passar.

Não chora, Colombina,
que essa dor
é uma fantasia original,
que o artista criou
para alegrar o Carnaval.

Vem pro cordão, meu grande amor,
esquece as mágoas do Pierrô.
Maestro, deixa a orquestra tocar!
Não fique triste,
para o ano eu vou voltar.

[O Parangolé foi uma noite feliz. Acima, letra da marcha-rancho com que o autor do coco que dá nome ao Baile da SMDH concorre no Festival Maranhense de Música Carnavalesca, sábado (15), no Ceprama]

Prazeres e Parangolé

Uma das primeiras aquisições que fiz em sebos este ano foi o pequeno volume de contos Zicartola e que tudo mais vá pro inferno!, do mestre João Antonio. Na Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) estávamos às voltas com as discussões sobre o Baile do Parangolé, evento que este ano chega à sua quinta edição, celebrando os 35 anos de atuação da entidade.

Tudo era urgente, para ontem, quando finalmente decidimos botar o bloco na rua, isto é, realizar mais uma edição do evento. O que o livro tem a ver com isso? Bom, não havia tempo nem dinheiro para contratarmos um artista ou agência de publicidade para a campanha de divulgação do Parangolé. Assim, ao ver a capa e as primeiras páginas de Zicartola, tive o estalo: é isso!

Salvei algumas reproduções de pinturas do sambista (tudo a ver com carnaval) Heitor dos Prazeres e revelei fotos delas e de casarões e janelas do centro histórico da capital maranhense. Com tudo em mãos, tesoura, durex, um scanner e meus conhecimentos quase nulos de corel draw me permitiram chegar ao que chamei de “arte” para a divulgação do Parangolé, partilhando-a com a coordenação da SMDH e aguardando comentários, sugestões e críticas.

A arte foi aprovada, recebi alguns elogios, que são de todos nós, e o 5º. Baile do Parangolé acontece daqui a pouco, às 19h, no Bar do Porto, na Praia Grande. Honra enorme em fazer parte dessa família e dessa história, só posso celebrar com os amigos e as amigas que se fizerem presentes, desejando vida longa à SMDH, que sua atuação por aqui, sobretudo no presente contexto, parece que ainda se fará necessária por bastante tempo.

Você gosta d’O homem nu?

Anteontem revi O homem nu. O filme. Baseado na obra do genial Fernando Sabino. Com Cláudio Marzo e Daniel Dantas e Lúcia Veríssimo. Filmaço, muito engraçado. Com o Galo Preto fazendo uns choros na trilha sonora assinada pelo David Tygel. A primeira vez que vi O homem nu foi num dvd locado no Chico Discos, quando este ainda era um misto de bar e locadora. Ou era apenas locadora, provavelmente à época em que funcionou na Fonte do Ribeirão. Chico (ou Chiquinho, para os íntimos), o proprietário do estabelecimento, é um mestre na arte de indicar bons filmes, e nunca enganava o freguês vendendo gato por lebre: se o filme não prestava, ele dizia, mesmo ciente de que aquilo muito provavelmente lhe renderia menos uma locação. Sempre que eu estava correndo os olhos pelas prateleiras e reencontrava o filme, perguntava-lhe: “Você gosta d’O homem nu“? Ao que ele, sacando o duplo sentido da pergunta, respondia: “Do filme eu gosto”, e caíamos na gargalhada.

[Nota originalmente publicada ontem no facebook, da série #umfilmepordia; daqui pra frente, as notinhas caem acolá depois de publicadas acá no blogue]

(Quase) um filme por dia

Hoje eu dei início a meu projeto pessoal #Umfilmepordia. Explico: comentei com minha esposa que, ao término de Amor à vida (melhor fim de novela dos últimos tempos) eu abandonaria (não sei se temporariamente ou para sempre) as novelas e voltaria a assistir meus quatro episódios diários de Os Simpsons (melhor desenho animado em todos os tempos) e veria um filme por dia, meta ousada, que já nasce impossível de ser cumprida, já que um dia a jornada de trabalho impedirá, noutro a cerveja, noutro uma viagem a trabalho, noutro a pura preguiça etc. Mas foi uma meta que me impus, relaxado, sem muita pretensão de segui-la à risca, como uma dieta (o que não faço) ou exercícios físicos (idem, embora eu esteja precisando). É uma forma de ir com mais frequência ao cinema ou a locadoras de dvd (as poucas que ainda restam na cidade) e ainda de ir dando uma baixa na pilha de filmes que anda acumulada pelas estantes aqui em casa, graças à pirataria e às promoções das Lojas Americanas e que tais. O primeiro filme que assisti nessa fase é o hilário O sentido da vida (The meaning of life), da trupe do Monty Python. Lançado em 1983, ano em que venceu o prêmio especial do júri em Cannes, permanece atualíssimo na crítica a sociedade capitalista, à religião, à guerra e outras “cotidianidades” que são, para muita gente, “o sentido da vida”. Dica (embora eu não receba nada pelo comercial da loja, acho que vale a pena recomendar hora e pouco de riso fácil aos amigos): o dvd está saindo por R$ 16,90 nas Americanas.

[Nota que publiquei 6/2 no Facebook. Atendendo ao conselho do amigo Alberto Jr. e, conhecedor da babel que é o facebook, que não tem uma ferramenta decente de busca, resolvi postar no blogue, o que farei com outros breves comentários da série, que não tem compromisso com o calor da notícia, a novidade, e tudo o que move o jornalismo, particularmente o jornalismo cultural]

Carlinhos Patriolino recebe amigos Entre Notas

A primeira vez que ouvi falar no cearense Carlinhos Patriolino foi em 2010, quando ele emprestou seu talento a Pra chorar no Rio, parceria de Ricarte Almeida Santos e Gildomar Marinho, gravada em Pedra de cantaria, segundo disco do segundo.

O bandolim do talentoso músico foi fundamental para o choro da dupla, letra de Ricarte, música de Gildomar.

Ano passado foi minha vez: parceria deste que vos perturba com Lena Machado (estreando como compositora) e Gildomar Marinho, o maranhense gravou, com o bandolim de Patriolino, Perdão de cônjuge, em seu terceiro disco, Tocantes. Acompanhando o processo de produção do disco, eu já havia ouvido versões cruas da parceria. Finalmente, antes de o disco sair, Gildomar me mandou por e-mail o mp3 com a gravação definitiva de nosso sambossa: as oito cordas do cearense eram o que faltava.

A honra de tê-lo em uma singela criação só aumentou minha admiração pelo bandolinista, sem dúvidas um dos maiores do país. E é dele que quero falar. Ou melhor: de seu projeto Entre Notas, inaugurado semana passada. Que bimestralmente irá reuni-lo a um parceiro, algum talentoso instrumentista ou algum talentoso artista da voz.

Os vídeos da série serão disponibilizados no canal do músico no Youtube. Para a estreia, Patriolino convidou ninguém menos que Nonato Luiz, talentoso violonista, seu conterrâneo. Juntos, tocaram Vivências, de autoria do bandolinista, título de seu novo disco, a ser lançado em breve.

“O projeto surgiu da vontade de gravar com pessoas que eu aprecio. Quis chamar grandes músicos que são meus amigos para tocar músicas que a gente gosta”, declarou Patriolino no material de divulgação de Entre Notas. O release não afirma, mas não será má ideia, num futuro breve, os registros tornarem-se disco e/ou dvd, não é?

Confiram Carlinhos Patriolino (bandolim) e Nonato Luiz (violão) em Vivências:

O exercício do caos concorre em seis categorias em festival do Sesc

O exercício do caos, do cineasta maranhense Frederico Machado, continua sua trajetória de sucesso, percebida desde a bilheteria das sessões em que foi exibido, no país inteiro.

O filme agora concorre em diversas categorias no 40º. Festival Sesc Melhores Filmes: além de melhor filme, melhor ator (Auro Juriciê), melhor atriz (Elza Gonçalves), e nas categorias melhor direção, melhor roteiro e melhor fotografia, todas assinadas por Fred, como é carinhosamente chamado pela gente do meio.

A votação é popular e pode ser feita pelo site do Festival até o dia 9 de fevereiro.