Tríade Sacrossanta

E logo mais, às 22h, na Concha Acústica da Lagoa da Jansen, três monstros sagrados da música maranhense se reúnem para um grandioso espetáculo. Trata-se de “Brincadeiras de Viola”, que reunirá no mesmo palco Cesar Teixeira, Chico Maranhão e Zeca Baleiro. Imperdível! A produção é de Ópera Night. Os ingressos custam R$ 20 (vinte reais); estudantes pagam metade.

ARTISTA MARANHENSE EXPÕE NO ESTANDE DO BNB DURANTE FESTIVAL VIDA & ARTE



por Ana Paula de Oliveira Teixeira

da Assessoria de Comunicação do Banco do Nordeste

A mostra de artes visuais Nordeste: fronteiras, fluxos e personas é destaque no estande do Banco do Nordeste montado no Festival Vida & Arte, que ocorre de 19 a 23 de janeiro, no Centro de Convenções, em Fortaleza. A mostra reúne trabalhos de artistas do Nordeste e do Brasil, que discutem a diversidade da cultura nordestina através de várias linguagens. Depois do evento, a exposição será aberta no Centro Cultural Banco do Nordeste, em Fortaleza.

Marcone Moreira representa o Maranhão na exposição. O artista apresenta pinturas em madeira, encontradas nas carrocerias dos caminhões. São pedaços de veículos, nos quais ele interfere. Os trabalhos de Marcone têm como marca o uso de elementos da cultura popular, além de objetos encontrados no cotidiano, que podem gerar formas e cores interessantes.

A DINÂMICA DA EXPOSIÇÃO

Com curadoria de Luiza Interlenghi, a mostra Nordeste: fronteiras, fluxos e personas propõe a possibilidade de se pensar a cultura nordestina como um conjunto de diferenças, manifestas em linguagens visuais, atitudes, comportamentos e crenças em constante transformação. A exposição questiona noções de centro e periferia e observa aspectos da cultura brasileira que, das mais diversas maneiras, atravessam em duplo sentido as fronteiras da região Nordeste.

A preocupação em apresentar novos valores fez com que a exposição se transformasse em um rio de possibilidades, com a presença de diversas linguagens, entre elas monotipia, desenho, xilogravura, DVD, vídeo-instalação, fotografia, objetos e intervenção no espaço.

Ao mesmo tempo em que reafirmam a diversidade da produção contemporânea, as obras dos artistas plásticos dialogam com as tradições. Trabalhando as referências da Região a partir de um olhar crítico, a exposição incute a idéia de que não são apenas os limites territoriais que delimitam a identidade cultural de um povo. A escolha dos artistas já amplia a definição de região, uma vez que há expositores de diversos estados nordestinos, além de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

A mostra reúne 20 obras de 15 artistas com passagem pelo Nordeste e que transitam ou se fixaram em diferentes estados do País. Estarão presentes na mostra: Antônio Dias (PB/RJ), Caetano Dias (BA), Euzébio (AL/CE), Gil Vicente (PE), Grupo Rasura (CE), Hilal Sami Hilal (ES), José Rufino (PB), Luiz Hermano (CE/SP), Leonilson (CE/SP), Marcone Moreira (MA/PA), Martinho Patrício (PB), Nazareno (SP), Rosana Ricalde (RJ), Transição Listrada (CE) e Tunga (PE/RJ).

OLIVAR CAMPOS EM SHOW EM SÃO LUÍS

O Bar e Restaurante Delícias do Sertão (Av. Litorânea, antigo Zanzibar) apresenta nesta sexta-feira, 14/1, às 21h, o músico maranhense Olivar Campos. Nascido em Lago do Junco, interior do Estado – está radicado emBrasília há mais de vinte anos – aprendeu ainda na infância, os primeiros acordes do violão, influência do pai, músico profissional.

Aperfeiçoou seu desempenho ao violão e chegou a estudar piano na capital federal, além de canto lírico, quando era funcionário-estudante da Universidade de Brasília – UNB, onde chegou a fazer parte do coral de funcionários. Tem dois discos autorais gravados: “Farol do Mucuripe”, em parceria com Assis Sabóia e “Néctar”, solo. Ambos os discos foram produzidos e arranjados pelo maestro José Américo Bastos, com quem tem diversas parcerias. Sua música “Queixa de Poeta”, sobre poema de Gregório de Matos, foi gravada por Papete.

Show: Olivar Campos

sexta-feira, 14/1, às 21h

Local: Delícias do Sertão (Av. Litorânea)

DEU NO JP DE HOJE

SMDH CONCEDE PRÊMIO DE MÉRITO PROFISSIONAL À RÁDIO CONQUISTA FM E À AGÊNCIA MATRACA

Por motivo de força maior, o Seminário “Direitos Humanos e Comunicação”, previsto para acontecer no dia 10 de dezembro passado, foi adiado; acontecerá em fevereiro, durante as comemorações de 26 anos da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH). Na programação do citado Seminário constava a entrega do Prêmio de Mérito Profissional, concedido a profissionais de comunicação que tenham tido atuação destacada junto à defesa e promoção dos direitos humanos ao longo do ano de 2004.

O prêmio reconhece a importância da Rádio Comunitária Conquista FM e da Agência de Notícias da Infância Matraca e será entregue na próxima quinta-feira, dia 13/01, às 19h no Auditório Che Guevara, no Sindicato dos Bancários (Rua do Sol, Centro).

RÁDIO CONQUISTA

Fundada em 10 de junho de 2001, a Rádio Comunitária Conquista FM (95,5MHz) é de responsabilidade da Associação de Difusão Comunitária e Popular (ADCP) que congrega vinte organizações de vinte bairros de São Luís, entre eles João Paulo, Coroado, Coroadinho e Jordoa. A programação é feita, em sua grande maioria, por pessoas dessas comunidades e há grande inserção de temas sobre minorias como mulheres, negros, homossexuais, alcoólatras, crianças e adolescentes. A rádio consegue ainda reunir diversas religiões em sua programação semanal.

A rádio encontra-se fechada atualmente. Foi invadida no último dia 3 de dezembro pela Polícia Federal que “seqüestrou” seus equipamentos tirando-a do ar.

A SMDH reconhece, através do Prêmio de Mérito Profissional, a importância da Rádio Conquista enquanto um canal alternativo de comunicação. Ao contrário dos outros anos, e dadas as circunstâncias, não será premiado um profissional, mas um grupo de pessoas na figura da rádio.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA INFÂNCIA MATRACA

Visando um mundo melhor para crianças e adolescentes maranhenses, a Agência Matraca surgiu para a consolidação de uma relação ética e transparente entre a imprensa e outros segmentos da sociedade no tocante ao seu público-alvo.

Seu principal objetivo é promover e difundir ações voltadas para a defesa de direitos de crianças e adolescentes, buscando a sensibilização e mobilização da sociedade através de ações de comunicação. Para atingir os objetivos a que se propõe, a Agência Matraca intervém na produção jornalística local, sensibilizando profissionais para uma cobertura coerente com o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), trabalha com organizações da área da infância, promovendo e implementando os direitos infanto-juvenis. Envolve ainda meninos e meninas em projetos de comunicação, incentivando o protagonismo.

RÁPIDAS

Prêmio de Mérito Profissional

A Sociedade Maranhense de Direitos Humanos – SMDH fará a entrega do Prêmio de Mérito Profissional nesta quinta-feira, 13/1, às 19h, no Auditório Che Guevara, do Sindicato dos Bancários (Rua do Sol – Centro).

O Prêmio reconhecerá ações que se destacaram ao longo do ano de 2004 na defesa e promoção dos Direitos Humanos no Maranhão.

Serão premiadas a Rádio Comunitária Conquista FM (fechada de forma truculenta em dezembro passado pela Polícia Federal) e a Agência de Notícias da Infância Matraca.

Rasgação de Seda

Nesta sexta-feira, dia 14/1, a animação fica por conta da festa Rasgação de Seda, no Circo da Cidade, a partir das 21h, com as bandas Fogo, Cordas e Tarrachas, Vida de Paxá e Saint Louis Rock & Blues. Ingressos: R$ 4,00 (meia para estudantes). Participações especiais do Tambor de Crioula da Feira da Praia Grande e do DJ Marcos Vinícius. Produção: Márcio Cruz.

Assessores de Comunicação: Agentes da Ação Social

Este é o tema da oficina promovida pela Agência Matraca no próximo dia 18/1, das 8 às 12h. Será ministrada por Gisele Dias, Oficial de Comunicação do Unicef.

Inscrições gratuitas pelo telefone (98) 3254-0210.

Tríade Sacrossanta

Dia 21/1, na Concha Acústia da Lagoa da Jansen. Nada mais nada menos que os maranhenses Zeca Baleiro, Chico Maranhão e Cesar Teixeira, juntos no show Brincadeiras de Viola. Produção de Ópera Night. Ingressos à venda na Livraria Poeme-se (Rua João Gualberto, 52 – Praia Grande). Simplesmente imperdível!

Poesia Sim

O blogueiro aqui foi citado no Poesia Sim, do amigo paraibano Lau Siqueira.

Guerra (em paz)

Comentário de Carolina Libério sobre o poema “Quando a guerra é igual a paz” (leia o poema abaixo):

“Zema, eu não ligo se essa é a impressão que tu tiveste de mim… eu sou assim mesmo e não tenho problema com isso… (os outros q tem)”.

SOBRE IMAGEM LÍQUIDA

um poema de José Aloise Bahia

Lá estava, Jean Baudrillard, defronte duma

televisão que tanto desdenhava.

Na tela fria novos rumores das imagens

apontam um velho produto da publicidade.

Uma cópia do R. Mutt 1917 versão branco gelo.

Em sua pose de óculos e olhos estiolados

encontra aquela idéia que jamais pensasse

ocorrer. O R. Mutt em forma de vídeo.

Para fazer as necessidades e reflexões diárias

inventa um banheiro com uma novidade. Num

amplo espelho refletia o colossal vaso e o

cair das ruminações líquidas contaminadas

e em contato com a cor pulsante do

sanitário que agora se chama televisão.

José Aloise Bahia nasceu em Bambuí-MG e mora em BH. Poeta, colecionador de artes plásticas, pós-graduado em jornalismo contemporâneo. Autor de Pavios (no prelo pela Anomelivros).

Um poema para Carolina Libério

que eu conheci ontem, na Praia Grande

música incidental: Proibida pra mim, na gravação de Zeca Baleiro

Quando a guerra é igual a paz

O teu nariz empinado

Me fez baixar a cabeça

Tua poesia,

Boa à beça

Quase faz com que eu esqueça

Que eu também fui poeta um dia

Os paralelepípedos

Gastavam tua chinela

Minha risada amarela

No meio da noite

Sorria pra ti

Que nem me viu

Eu posso até tentar

Mas não sou eu quem vai fazer você feliz, Carolina

Guerra!

Por onde anda André Takeda?

Não posso negar que quando a vi pela primeira vez, tenha pensado em sexo. Era inevitável, e isso acontece todas as vezes em que olho uma mulher bonita. E pela beleza dessa mulher em especial, devo ter pensado em sexo umas duas, três, incontáveis vezes.

Apesar dos vestidos totalmente folgados e relaxados, num total hippie way of life, dava pra ver – e eu já me imaginava sentindo – a exuberância de seus traços sob as roupas que a cobriam.

Eu almoçava todos os dias na pousada onde ela se hospeda, e tendo feito amizade com a balconista que me atendia, tentei descobrir algo sobre aquela figura tão esplêndida, rara, única. Seu nome, origem, e otras cositas que nem me interessavam tanto assim; mas tudo muito superficial, nada do que descobri era realmente interessante, a não ser o fato dela ter uma relação muito estreita com a cultura local, sendo estrangeira – assustei-me ao descobrir esse fato: poderia muito bem passar por uma brasileira, por sua beleza e pela perfeição com que fala o português.

Um dia, após o almoço, anotei meu telefone num guardanapo e passei à balconista: “Entregue à ela. Peça que me ligue.” Total pretensão minha.

Passei uma semana almoçando e enchendo a paciência da garota do balcão, perguntando se ela havia entregue, e por que a minha musa ainda não havia me ligado. “Ela ficou imaginando, pensando em quem seria você…”, contou-me.

Dias depois, estava tomando umas cervejas com uns amigos na calçada de um bar próximo à pousada, e encorajado por elas – as cervejas – disse a mim mesmo, vendo-a passar: “Na volta eu te paro…”

Uns amigos que já sabiam da minha fascinação por aquele belo corpo aporrinharam-me, e eu não percebi quando Loreto – era como a chamavam, pelo sobrenome – passou; de repente, um dos companheiros me dá um tapa amistoso no ombro e me diz: “Viste quem passou?” Corri até a esquina, e vendo-a já longe, com seu andar que a mim parecia o de uma miss – a partir daquele dia referia-me a ela de mim para mim como Miss Loreto – corri mais um pouco até poder tornar um grito meu audível: “Loreto! Loreto!”

Ela virou-se, olhando para mim assustada e perguntando: “Eu te conheço?” “Não, mas eu te conheço. Não se preocupe.” Apresentei-me, cretinamente, tentando disfarçar o hálito, sabendo que ela era adepta ao natural, disse por que estava fazendo aquilo – apenas omiti as ereções.

Mesmo tendo ela me advertido que estava toda suada, dei-lhe dois beijos em seu rosto, e o sal me serviu de tira-gosto.

O que que o texto acima tem a ver com o título do post? Seguinte: em abril de 2002 esse texto (Miss Loreto é o título!) foi selecionado para integrar a (salvo engano) 15ª edição da ótima (e infelizmente extinta) revista eletrônica TXTMagazine, editada pelo autor do Clube dos Corações Solitários, que se propunha a revelar novos talentos que escrevem contos. Takeda, “quede” tu?

Nota (com certo atraso): o poema “A calcinha de Cassinha”, postado aqui recentemente (leia aí embaixo!) é da mesma safra desse conto, tendo sido, portanto, cometido entre o fim de 2001 e o início de 2002.

Roteiro Zêmico para quinta e sexta-feira

Hoje

19h: queimação de palhinas no Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho (Rua do Giz)

20h30min: A Vida é uma Festa! Primeira edição do encontro semanal com Zé Maria Medeiros e cia. No Bar do Adalberto

Amanhã

18h: Tambor de Crioula da Feira da Praia Grande

21h30min: “Samba no Canavial”, espetáculo com Pedro Salustiano. Produção do Laborarte e Página 21

23h: Show com as bandas maranhenses Nego Ka’apor e ClãNorDestino, no Bar do Porto. Produção de Vanessa Serra

Tudo na Praia Grande

Spam nos comentários

Outro dia os amigos blogueiros Ronaldo Bressane e Eva Uviedo fizeram um poema contemporâneo com colagens de mensagens spam que lhes chegavam nos e-mails.

O pior, é descobrir, agora, que os spams (aquelas propagandas chatas e indesejáveis) chegaram aos comentários dos blogs (Shopping Brazil ainda não criou esse espaço, menos por um sentimento antidemocrático, mais por “analfabetismo eletrônico zêmico”).

Vi nos comentários dos blogs de Reuben da Cunha e Jane Maciel (ótimos blogs, que não merecem isso!), a chatice que transcrevo abaixo:

Aê ! que Post Legal! hihihihi

Um Abraço Jorge,

Procurando Letras de Musica?

Visite meu weblogWeblog :

http://www.lyrister.com

Jorge Fountoura – enviado em 6/1/2005 04:35:00

Onde vamos parar?

Parabéns!!!



Hoje é 4 de janeiro. Com atraso (e antecipação), parabéns!:

– Dia 1º foi aniversário de Carol, com quem estudei durante o curso de Telecomunicação no CEFET-MA (eu abandonei o curso, nada a ver comigo; acho que ela também…)

– Dia 2, Merval Filho, grande fotógrafo maranhense.

– Dia 3, Cássia, musa do poema que segue ao fim do post.

– Amanhã: Stephanie, prima que faz “quinz’anos”; e Natália, musa de outrora, ex-namorada (foi?), hoje amiga.

a calcinha de cassinha



para cássia

a calcinha

de cassinha

esconde

pelos

belos

ralos

escuros

claros…

sem medo

perdem-se meus dedos

um pouco abaixo

onde me procuro

e logo me acho

perfeito encaixe

a calcinha

de cassinha

que eu abaixo

me perco

me acho

vou e venho

e permaneço

e acordado

adormeço

num orgasmo

frenético

num gemido

de prazer

num gozo infindo…

a calcinha

de cassinha

onde, ao redor

passeio

e no meio

descanso

após caminhar

meu lar, doce lar

meu remanso

onde nunca canso

nem sinto doer

rebuliço manso

quero nela estar

e para sempre viver


Nada Mudou

E a virada de ano na Rua de Santiago foi nota dez! Parabéns aos moradores que se envolveram mais de perto com a coisa (Luzia, em especial, capitaneando; um abraço!). Aquários decoravam as mesas, regadas por cerveja gelada. Eu, cansado, após ter bebido algumas antes do horário programado fui dormir antes das duas da manhã. Ao acordar, regressei para a “batalha” (alguns resistentes vizinhos não chegaram a dormir; alguns, mais resistentes ainda, seguiram até completar 24h de farra).

Domingo, passei o dia em casa. Depois da recusa de Andrezza (amiga/irmã que ganhei na Faculdade) em ir à praia, só sai para o supermercado, voltando rapidamente.

À tarde, entrei na internet e encontrei uma moça simpática, com quem bati um papo legal pelo msn. Quando ela se despediu de mim avisando que ia almoçar (às 16h30min), mandei-lhe um carinhoso beijo na testa. Ela agradeceu e se foi. E eu, lembrei dum hit do Léo Jaime, dum dos primeiros vinis que tive na vida, um “clássico” dele que traz uns sapatos pretos na capa. A música tem o nome desse post.

Ela me dá um beijo na testa

E quer que eu tenha um dia legal

Mas se eu quiser eu posso ver nas ruas

Senhores e escravos, nada é real

Todo mundo me diz bom dia

Todo dia é sempre igual

Crianças pedem na janela do carro

Até nas noites de Natal

Ô, ô, ô, ô, nada mudou

Se ela quer o sétimo céu

Vai ter de subir degrau por degrau

Os melhores momentos do mundo

Não são manchetes no jornal

Os velhos jogam dama na praça

Professores de tudo que é dor

Fingindo esconder a falta que faz

Viver um grande amor

Ô, ô, ô, ô, nada mudou

(Léo Jaime)

A Vida é uma Festa!

E ontem passando pela Praia Grande para ir até a Casa do Maranhão assistir ao Pastor de D. Lili Marques (belíssimo espetáculo!), topei com algumas figuras que fazem da vida, uma festa.

[parei com meu irmão no Bar do Adalberto para tomar uma talagada de aroeira].

Não desejei feliz ano novo pra ninguém por que quero topar hoje com todo mundo lá!

Pra Vanessa Serra, um abraço ao vivo pelo aniversário que passou (lembramos, com um telefonema), dia 28 último.

A Vida é uma Festa!: última edição do ano da festa comandada por Zé Maria Medeiros. A partir de 20h30min, no Bar do Adalberto (Praia Grande)