Resultado do I Festival de Poesia do Papoético

Este blogue já foi procurado por sua caixa de comentários, e-mail e telefone, acerca do assunto que intitula o post. Na condição de porta-voz do citado festival, desde o lançamento de seu regulamento, não podemos nos furtar de pendurar aqui seu resultado.

Infelizmente não pude comparecer ao Teatro Alcione Nazaré anteontem (31/5), ocasião em que aconteceu a final. No e-mail em que me enviou o resultado, o poeta Paulo Melo Sousa, organizador da iniciativa, agradeceu “a presença de todos ao evento que lotou o teatro e aos amigos e parceiros que acreditaram na
ideia e colaboraram com o festival, comprando pontos das rifas ou realizando doações em dinheiro”.

A partir de 8 de junho, os 21 poemas finalistas serão publicados, um por semana, na coluna Alça de Mira, que Paulão edita desde 2006 no suplemento JP Turismo, do Jornal Pequeno, às sextas-feiras. Saiba quem foram os vencedores.

Melhores Poemas: Ante o espelho, de Rodrigo Pereira (1º. lugar, R$ 1.000,00 em dinheiro); Poética, de Kissyan Castro (2º. lugar, R$ 500,00 em livros); e Desencontro, de João Cobelo Foti (3º. lugar, R$ 300,00 em livros).

Melhores intérpretes: Keyla Santana, interpretando o poema Alfama, de César Borralho (1º. lugar, R$ 500,00 em dinheiro); Nuno Lilah Lisboa, interpretando o poema Eu comi Oswald de Andrade, de Kátia Dias (2º. lugar, R$ 300,00 em livros); e Roberto Froes, interpretando o poema Flor caída, de Sílvio Rayol (3º. lugar, R$ 200,00 em livros).

A Comissão Julgadora de Melhores Poemas conferiu ainda menção de
destaque para quatro textos concorrentes: Alfama, de César Borralho;
Uma faca só lâmina, de André Rios; Bagagem, de Rafael de Oliveira; e Paisagem Vertigem, de Elias Ricardo de Souza.

Em breve a aba [PAPOÉTICO], que abrigou regulamento, ficha de inscrições e notícias sobre o I Festival de Poesia do Papoético – Prêmio Maranhão Sobrinho, dará lugar à em que se publicará tudo sobre o concurso de fotopoesia, com lançamento previsto para muito em breve.

Papoético premiará hoje vencedores de seu I Festival de Poesia

Dos 110 inscritos, 21 poemas concorrem hoje na final do I Festival de Poesia do Papoético – Prêmio Maranhão Sobrinho, organizado pelo poeta e jornalista Paulo Melo Sousa. Os poetas Celso Borges e Josoaldo Rego compuseram a comissão julgadora da categoria, que terá ainda Mariano Costa e Gilson César julgando as interpretações, na noite de hoje. O evento, com entrada franca, terá início às 19h, no Teatro Alcione Nazaré, no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho (Praia Grande).

Doações, em dinheiro e produtos culturais, e rifas garantiram os quase 3 mil reais necessários à realização do festival, fruto da necessidade de expansão dos encontros semanais do Papoético, onde se discute cultura e arte de modo geral, embora o espaço não se furte a debater temas outros, qual quando abrigou o lançamento da Campanha Estadual de Combate à Tortura, organizada pela Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) e outras entidades da sociedade civil, em 22 de março, data em que o bárbaro assassinato do artista popular Jeremias Pereira da Sivla, o Gerô, completou cinco anos.

Cato da matéria Noite de premiação para a literatura (acesso exclusivo para assinantes do jornal, com senha), capa do caderno Alternativo no jornal O Estado do Maranhão de hoje (31), o seguinte depoimento de Paulão, como é mais conhecido o organizador do Papoético, de seu festival de poesia e de um concurso de fotografia que será lançado hoje, com inscrições abertas a partir de amanhã (1º.): “Infelizmente o que temos é uma omissão dos poderes públicos, dos quais não conseguimos nenhum apoio. No entanto, recebemos apoio de pessoas que acreditam na proposta, na literatura, na arte como instrumento transformador”.

Este blogue acompanhou o processo de perto: cedeu seu espaço ao abrigar em uma aba regulamento e ficha de inscrição para o festival, esteve presente a algumas edições do Papoético, acompanhou por e-mail cada agradecimento que Paulão enviava a cada um que doou livros, revistas, discos, dinheiro, aos que, como o blogueiro, compraram pontos de duas rifas realizadas e por aí vai. Além de um gesto de educação e gratidão, a garantia da transparência e lisura do processo.

Tardios e recalcados ufanistas ainda se orgulham de dizer que moram na Athenas Brasileira, embora já quase não se encontrem livrarias e lojas de discos por aqui. Gestores públicos ainda se orgulham de adjetivos que talvez já não façam sentido (se é que um dia o fizeram), à guisa de propagandear aos quatro(centos) ventos a beleza exclusividade televisiva da cidade quatrocentona. Um festival como o que se encerra hoje, que busca descobrir novos talentos, valorizar a tão propagada “terra de poetas”, é solenemente ignorado pelos poderes públicos: ao pedido de apoio do comitê organizador ao Comitê Gestor dos 400 anos de São Luís sequer (h)ouve resposta.

Este blogue continua aliado a iniciativas desta natureza: amanhã a aba [PAPOÉTICO], onde você encontra, por exemplo, a lista dos 21 poemas classificados para a final de logo mais à noite, será trocada por outra que trará regulamento, ficha de inscrição e notícias acerca do concurso de fotografia que será lançado hoje. Para 2012 está previsto ainda um concurso de contos, que este blogue também divulgará em momento oportuno. “Após a premiação, haverá comemoração no Chico Discos”, avisa Paulão.

Poetas sem intérpretes

Trago da caixa de comentários deste blogue para a página principal a lista de poemas classificados para a finalíssima do I Festival de Poesia do Papoético – Prêmio Maranhão Sobrinho. Quem já conhece a lista abaixo (poeta/ poema), já viu se foi classificado ou não etc., pode ir direto pro fim da notícia.

Kissyan Castro/ Poética
Glenda Almeida Matos Moreira/ Arrudêia
Darlan Rodrigo Sbrana/ O lagarto e a serpente
Luciano Leite da Silva/ Spleen (ou Ossuário das coisas sonhadas)
Kátia Dias/ Eu comi Oswald de Andrade
Kaique Leonnes de Sousa Oliveira/ O gavião
Danyllo Santos Araújo/ Sumidouros
Plynio Thalison Alves Nava/ As lesmas
Johnny Sorato Martins Fernandes/ Gota d’água
Sílvio Henrique dos Santos Rayol/ Flor caída
José Rafael de Oliveira/ Bagagem
Joana Golin Alves/ Copo de chuva
Andréia do Nascimento Cavalcante/ Tarde de sábado
Wilka Sales de Barros/ A fome no jardim das delícias
Antonio José de Souza/ Sombra e luz
Elias Ricardo de Souza/ Paisagem vertigem
Patricia Brito Soares/ Ah quem me dera!
João Cobelo Foti/ Desencontro
César Borralho/ Alfama
Rodrigo Pereira/ Ante o espelho
André Rios/ Uma faca só lâmina

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Papoético divulga lista de poemas classificados para final

Este blogue recebeu, na tarde de hoje, de sua Comissão Organizadora, a lista com os 20 poemas classificados para a final do I Festival de Poesia do Papoético – Prêmio Maranhão Sobrinho.

Eis a relação dos classificados:

1. Sumidouro
2. As lesmas
3. A fome no jardim das delícias
4. Tarde de sábado
5. Copo de chuva
6. Bagagem
7. Arrudêia
8. Poética
9. Gota d’água
10. Flor caída
11. Sombra e luz
12. O lagarto e a serpente
13. Paisagem vertigem
14. Spleen
15. Alfama
16. Desencontro
17. O gavião
18. Eu comi Oswald de Andrade
19. Ante o espelho
20. Quem me dera

Este blogue deseja boa sorte a todos/as os/as autores/as classificados. A final acontece dia 31 de maio, em local a ser divulgado pela Comissão Organizadora do festival. Mais detalhes em breve, na aba [PAPOÉTICO] deste blogue, acima.

Metendo o bedelho…

… onde não sou chamado.

Matéria de Annyere Pereira publicada em O Imparcial de 10 de março (sábado), reproduzida aqui com pequeníssimas correções. Passei uns contatos, respondi umas questões sobre o Papoético e seu I Festival de Poesia, cujo regulamento e ficha de inscrição estão abrigados neste humilde blogue. Acabei na matéria, leiam abaixo, boxes inclusos.

PROCURAM-SE POETAS

O I Festival de Poesia do Papoético abre inscrições até 30 de abril. Serão selecionadas duas categorias: Melhores Poesias e Melhores Intérpretes

POR ANNYERE PEREIRA

Para estimular e socializar a produção poética inédita estão abertas as inscrições para o I Festival de Poesia do Papoético, que tem como patrono o poeta maranhense Maranhão Sobrinho. As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de abril, Os melhores poemas serão selecionados pela Comissão Julgadora de Mérito Literário.

Autores de poesias em lígua portuguesa e inéditas poderão participar do evento. Dia 7 de maio serão divulgados os nomes dos escolhidos que irão para a grande fi nal. De acordo com o regulamento, participarão da sessão os autores que tiverem seus textos selecionados pela Comissão Julgadora de Mérito Literário. A audição dos poemas acontecerá no dia 31 de maio de 2012 e será acompanhada por duas comissões julgadoras (Comissão de Mérito Literário e Comissão Julgadora de Interpretação) que indicarão os autores e intérpretes premiados após a apresentação dos textos. Os vencedores serão revelados nesse mesmo dia e em seguida irão à premiação.

A Comissão Julgadora de Mérito Literário deverá ser formada por poetas atuantes no meio literário, onde escolherão os três melhores poemas concorrentes. A Comissão Julgadora de Interpretação será formada por três atores atuantes no meio teatral que escolherão as três melhores interpretações dos poemas finalistas. Cada concorrente poderá inscrever um poema inédito, com tema livre, até o limite de duas laudas.

Regulamento e ficha de inscrição podem ser baixados no blogue do jornalista Zema Ribeiro. A segunda, preenchida, deve ser enviada para o endereço papoetico@gmail.com até 30 de abril. Os candidatos deverão preencher a ficha de inscrição, o poema tem que estar digitado na fonte Times New Roman com o tamanho 12, possuindo os dados biográficos do autor em no máximo sete linhas. É solicitado ainda que o candidato apresente dados pessoais como, nome do autor, endereço, RG, CPF, telefone e também o nome do poema.

Papo sério – O Projeto Papoético surgiu em novembro de 2010 e foi idealizado pelo jornalista Paulo Melo Sousa. É um evento aberto, com debates sobre arte em geral e, qualquer pessoa poderá participar, sugerir temas e discutir. “A arte é pensada de modo amplo, seja música, literatura, cinema, teatro, mas a cultura pensada enquanto política pública, enquanto direito, dialogando com outras áreas do conhecimento humano”, ressalta Zema Ribeiro, um de seus simpatizantes, presente sempre que pode.

O Papoético acontece semanalmente às quintas-feiras no bar Chico Discos, na Rua de São João, 389A, no Centro Histórico, em um sebo, no qual comercializa livros antigos e usados, revistas, jornais, CDs e discos de vinil. No Papoético facilmente se encontra recitais de poesia, lançamentos de livros, cantorias musicais, exibição de filmes, discussões filosóficas, exposição de ideias, entre outras atividades culturais do próprio estado e do Brasil. A ideia é que para este ano seja realizado um concurso de fotografia e outro de contos, ampliando dessa forma a ação cultural do Projeto Papoético. Assim o Papoético lançará o I Festival de Poesia.

“A importância do festival é grande, pois deve preencher a ausência de espaços deixados pelo poder público. O festival da UFMA já não acontece e os governos estadual e municipal não preenchem a lacuna. Paulo faz as coisas apaixonadamente, busca suprir essa lacuna, tem se esforçado para conseguir recursos e garantir uma premiação decente e remuneração às comissões julgadoras que serão formadas por ocasião do prêmio Maranhão Sobrinho”, explica Zema sobre a importância da realização do festival.

TRÊS PERGUNTAS// ZEMA RIBEIRO

O Festival de Poesia do Papoético pode passar a ser realizado anualmente? “Acho que é cedo para falar. Vamos ver os resultados deste festival, o volume de inscrições, a reação do público, a repercussão no cenário cultural da cidade. Paulo tem ralado muito e um tanto sozinho, na busca de recursos para que o festival aconteça. Se for anual, que seja, ótimo para a cidade, se não, com certeza será realizado num espaço de tempo que der para que as coisas possam se recompor novamente”.

Por qual motivo escolheram Maranhão Sobrinho como patrono? “O poeta Maranhão Sobrinho é de grande importância nacional, é um nome que não se restringe ao Maranhão, e Paulo é seu fã, além de carregar o Maranhão no nome, achei a escolha justa”.

Como você avalia os resultados iniciais das inscrições? “Desde que criei a página do Papoético no meu blogue, lugar em que está disponível o regulamento e a ficha de inscrição, é a página mais acessada”.

O homenageado – José Américo Augusto Olímpio Cavalcanti dos Albuquerques Maranhão Sobrinho nasceu em Barra do Corda, interior do Estado. Foi um grande escritor e jornalista brasileiro, além de fundador da Academia Maranhense de Letras. É considerado por críticos e estudiosos da literatura como um dos três melhores poetas simbolistas brasileiros, ao lado de Cruz e Sousa e Alphonsus de Guimarães.

Inscrição – Qualquer pessoa sem livro publicado poderá participar do I Festival de Poesia do Papoético – Prêmio Maranhão Sobrinho. Basta preencher a ficha de inscrição com os dados pessoais: nome do autor, endereço, RG, CPF, telefone, e-mail e com o nome do poema.

PREMIAÇÃO

Melhor Poema
1º. Lugar: R$ 1 mil
2º. Lugar: Livros, revistas literárias, CDs e filmes, no valor de R$ 500
3º. Lugar: Livros, revistas literárias, CDs e filmes, no valor de R$ 300

Melhor Intérprete
1º. Lugar: R$ 500
2º. Lugar: Livros, revistas literárias, CDs e filmes, no valor de R$ 300
3º. Lugar: Livros, revistas literárias, CDs e filmes, no valor de R$ 200

Cinema grátis e de qualidade

O cineasta Beto Matuck conversou rapidamente com este blogue sobre o Encontro com Cinema, que ele promove aos sábados, no Chico Discos

Há cerca de um mês outra atividade semanal começou a tomar conta do espaço do Chico Discos. Às quintas-feiras, desde novembro de 2010, sob coordenação do poeta e jornalista Paulo Melo Sousa, o Papoético tem realizado debates sobre os mais variados temas ligados à arte e cultura; desde o início deste março que finda amanhã, o cineasta Beto Matuck tem promovido o Encontro com Cinema, sempre aos sábados, às 19h.

Ambos os eventos têm entrada franca e mostram, por um lado, a carência ludovicense por estes acontecimentos, e por outro o fazer na raça de pessoas que, por quererem ver as coisas acontecendo, não esperam bons ventos: promovem, com chuva, sol ou lua, sem grana (por vezes tirando do próprio bolso – sem contar “no da cachaça”, que já sai quase naturalmente), sem esperar pelo apoio do poder público e/ou iniciativa privada.

“A gente faz as coisas do jeito que pode. É da doação de um aqui, de outro acolá. O Beto [Matuck], por exemplo, doou este telão”, Paulo Melo Sousa aponta o espaço de projeção do bar, usado aos sábados e, vez por outra, às quintas. Paulão, como é conhecido, e Chiquinho, proprietário do bar, lançaram, também na raça, o I Festival de Poesia do Papoético – Prêmio Maranhão Sobrinho, que distribuirá prêmios em dinheiro e literatura a novos poetas, daqui e/ou de fora.

Neste sábado (31), o Encontro com Cinema exibirá O espelho [Zerkalo, Rússia, 1975. Drama, 101min.], de Andrei Tarkovski, cuja sinopse resume: “Um homem em seus últimos dias de vida relembra o passado. Entre as memórias pessoais da infância e adolescência, da mãe, da Segunda Guerra Mundial e de um doloroso divórcio, estão também momentos que contam a história da Rússia numa mistura de flashbacks, tomadas históricas e poesia original”. O diretor usa poemas de seu pai, Arseni Tarkovski, no fechamento das cenas.

Autor do documentário Mané Rabo, que retrata a vida de um cantador do boi de costa de mão de Cururupu, Beto Matuck respondeu as perguntas abaixo, que lhe foram enviadas por e-mail.

O cineasta Beto Matuck em ação
ZEMA RIBEIRO – De onde surgiu a ideia do Encontro com Cinema? Podemos dizer que se trata de um cineclube?
BETO MATUCK
– Não se trata de um cineclube. A ideia surgiu da necessidade de podermos assistir e discutir cinema e outras artes de maneira descontraída. Além de realizar filmes, eu sempre tive muito interesse pela exibição. Chico, o proprietário do espaço, como todos os amigos sabem, é um apaixonado por cinema e abriu o seu espaço para as nossas ideias.

A seleção dos filmes é tua? Está aberta a sugestões? A programação dos filmes é de minha responsabilidade, foi feita uma lista para o ano todo, mas nada impede de exibirmos contribuições de amigos, considerando a importância estética dos filmes.

Quem assume as pick-ups e faz rolar a música do mundo após as sessões? O som é responsabilidade do [poeta e jornalista] Eduardo Júlio, que faz uma pesquisa e apresenta música fora do circuito comercial – música do mundo. Não queremos personificar o encontro, queremos juntar forças para que muito mais aconteça em São Luís, tão carente de cultura mundial.

A coisa acontece nos moldes do Papoético, isto é, há debates sobre os filmes exibidos, ou a proposta é outra? Não há debates após as exibições, é filme e muita conversa enriquecedora.

Cine Chico

Há quase ano e meio o poeta Paulo Melo Sousa, mais conhecido como Paulão, resolveu reunir pessoas e temas interessantes e bater papo. Em novembro de 2010 surgia o Papoético, num endereço anterior do Chico Discos, o charmoso misto de sebo e bar do Chiquinho, cabra de bom gosto, figura que também aprecia uma boa conversa e boa bebida, sobretudo se for para falar de cinema, música e literatura, suas, nossas paixões.

O Papoético, hoje consolidado, sucesso absoluto de público, vem a cada quinta-feira instigando cabeças a passear pelos mais diversos assuntos. Tenho aparecido pouco, mas confesso que é sempre um espaço superagradável.

O debate-papo semanal recentemente lançou seu 1º. Festival de Poesia, tendo por patrono o poeta Maranhão Sobrinho, cujo edital e regulamento podem ser acessados na aba [PAPOÉTICO] deste blogue, aí por cima.

Mas não é do Papoético que quero falar. Desde sábado passado outra tertúlia está também agitando o Chico Discos. Trata-se do Encontro com Cinema, cujo e-mail de divulgação recebi do cineasta Beto Matuck, diretor de Mané Rabo. A ideia é a seguinte: às 19h exibe-se um filme (sábado agora, dia 10, é Medeia, de Lars Von Trier) e na sequência a “música do mundo” toma conta do lugar.

Desserviço – Não tenho mais informações nem fui atrás. Não sei por exemplo se o dj é o próprio Chiquinho e se a curadoria cinematográfica (suponho que a cargo do próprio Matuck) está aberta a sugestões do público. O grande lance é chegar lá e se inteirar.